O que fazer se sua profissão pode ser automatizada?

  • ao Inner Smart
  • 20 out, 2017

por Marcinéia Oliveira

 Ao desembarcar no aeroporto de nova York algo me chamou a atenção. A maioria dos quiosques para café, chá e afins estavam com boa parte do atendimento ao cliente automatizado.  O pedido que antes era anotado por um garçom ou feito direto no balcão, passou a ser feito pelo cliente em um tablete que fica na mesa, e é transmitido direto para a cozinha. Não estou falando de uma ou duas mesas, mas de mais de trinta. E em outro local o atendente anota seu pedido e você efetua o pagamento direto em uma caixa eletrônico, com opção de pagamento em dinheiro ou cartão, e a máquina lhe dá o troco exato. Situação similar, observamos nas estações de metrô e nos terminais de ônibus.

  Com o serviço de atendimento ao cliente automatizado, o setor espera reduzir custo com mão de obra, diminuir reclamações e erros, e certamente aumentar os lucros.

  Essa situação não acontece só no setor de atendimento, são muitas as profissões que podem ser automatizadas. Só nos estados unidos 5% das 820 profissões existentes podem passar por isso, de acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria americana Mackinsey.

  Para vocês terem uma ideia mais clara do assunto, a consultoria Mackinsey identificou os setores onde esse processo pode acontecer. Por exemplo, no setor de hotelaria e serviços de alimentação cerca de 70% das vagas de existir e serem trabalho pode ser automatizada, já na indústria 60%%, agricultura 57%%, construção 47%, administração 39% e por fim no setor de educação 27% das vagas podem deixar de automatizadas.

        O que fazer se sua profissão corre o risco de ser automatizada? Podemos aprender sobre isso com o filme Estrelas além do tempo, que estreou no Brasil em 2016, ele foi baseado no livro Hidden Figures , mostra a história de três mulheres negras na década de 60 que trabalhavam no centro específico de matemática da NASA . O filme mostra  a quebra de barreiras contra o preconceito racial  e contra as mulheres . Mas, algo que gostaria de destacar e que é bem oportuno nesse assunto. A personagem Dorothy Vaughan , trabalhava como supervisora informal dos “ computadores negros ” e aguardava ansiosamente por uma promoção para ser supervisora, mas isso não acontecia. E ainda por cima ela descobre que a situação iria piorar, certo dia ao levar relatórios para sua chefe, descobriu que um computador seria colocado em uso, e realizara inúmeros cálculos em fração de segundos, substituindo ela e toda sua equipe. Os engenheiros da IBM tentavam colocar o equipamento para funcionar, mas enfrentam problemas para máquina e vão embora. Nessa situação Dorothy viu uma oportunidade, começou a estudar o manual do equipamento, e ajudou sua equipe a entender que para enfrentar as mudanças que viriam era preciso estudar. E foi o que  Dorothy e sua equipe fizeram. Dias depois os engenheiros da IBM descobriram que  Dorothy sabia usar o computador, claro que não imaginavam os esforços que ela havia feito.

 Dorothy poderia sentar e reclamar da possibilidade de perderem o emprego, mas no meio da dificuldade viu uma oportunidade. Eu também tive que fazer mudanças para acompanhar o progresso da minha profissão.  Dediquei tempo para aprender a fazer vídeo aulas para montar meus cursos no formato online. Para ser sincera com você, estou gostando dos desafios. Novos ventos trazem novas oportunidades de desenvolvimento e podem nos ajudar a sair da zona de conforto. Não podemos impedir o progresso, mas podemos nos preparar para quando ele nos afetar.

  Gostaria de te fazer um convite para participar em minhas redes sociais, diariamente eu posto dicas, vídeos e muitas coisas interessantes que vão lhe ajudar muito em seu dia a dia.

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ao Inner Smart 13 nov, 2017
A ferrugem, ou óxido de ferro, é um composto natural que surge quando o ferro entra em contato com o oxigênio. Se este processo natural não for impedido, leva à deterioração do ferro até que ele se torne fraco e inútil. Assim como os metais, os profissionais também tendem a enferrujar. O estresse diário, os inúmeros processos administrativos, a falta de controle das emoções, problemas pessoais e outros fatores podem ser corrosivos para o bem-estar de um profissional, que passa a resmungar e reclamar de tudo: dos clientes, do chefe, dos colegas e até de dinheiro novo.

No início, eles até conseguem a atenção dos colegas, mas depois passam a ser vistos como chatos e são prejudiciais para manter uma equipe coesa.

Obviamente, não estaremos satisfeitos com tudo e algumas queixas podem ser válidas, mas os resmungos e reclamações prejudicam não apenas a equipe como a própria pessoa. O problema, em muitos casos, está na maneira como reagimos a situações e ações de outros. Encarar as pessoas com um olhar muito crítico, negativo e sempre pessimista prejudica bastante. Uma pessoa que avalia de forma bem severa e negativa todas as boas ações de outros não conseguirá nem o comprometimento da equipe, nem a cooperação espontânea. Com isso, a pessoa fica mais sobrecarregada.

Para impedir a tendência do metal de enferrujar, é preciso cobrí-lo com uma tinta anticorrosiva. O mesmo se dá com a tendência de resmungar. É preciso fazer uma autoanálise, procurar a raiz do problema (a verdadeira causa do descontentamento), e agir para exterminá-la.

O entusiasmo é um dos antídotos contra a ferrugem. Além de ser a qualidade mais bem paga hoje em dia, tem sido a mais difícil de encontrar. O mercado de trabalho atual exige profissionais com habilidades de comunicação e negociação, verdadeiros empreendedores, motivados e estrategistas, que se empenham em cultivar características como paciência, otimismo, empatia, disposição para servir e persistência. Afinal, quem em sã consciência contrataria ou promoveria uma pessoa que só resmunga e parece mais morto do que vivo?

Mais do que nunca, o entusiasmo se faz necessário para qualquer profissional e é a qualidade mais contagiante. Luiz Henrique, um amigo, me contou que, no início de sua carreira, ele se destacava por seu entusiasmo, mas, com o passar do tempo, a chama começou a enfraquecer e, sem que percebesse, permitiu que ela se apagasse completamente.

E é aí que mora o perigo para muitas carreiras. Tomemos por exemplo Frank Bettger, que em seu livro “Do Fracasso ao Sucesso em Vendas” conta sua trajetória de sucesso como vendedor. Devido aos inúmeros problemas e fracassos em sua carreira ele chegou a pensar que nunca conseguiria ser um bom vendedor, mas ele conseguiu reverter sua situação.

Ele diz: “Para tornar-se entusiasmado, aja com entusiasmo. Ponha essa regra em ação por trinta dias e esteja preparado para ver resultados mais assombrosos.” A dica de Frank é valiosa, porque o entusiasmo é muito contagiante. Ao aplicar esse conselho no meu dia a dia, percebi que, com o tempo, não precisava fazer muito esforço para me entusiasmar e aos poucos já estava acostumada a agir dessa maneira. Todas as pessoas que me conhecem e passam um tempo comigo notam isso em mim, e garanto que funciona mesmo.

Atacar a causa de seu desânimo é importante, mas isso só será possível após avaliar friamente a sua situação, decidir mudar sua maneira de reagir às circunstâncias e agir. A motivação em si não pode ser gerada por outras pessoas. O que os outros podem fazer é criar um clima propício para que a motivação ocorra, mas nem sempre podemos esperar isso de todos.

Por exemplo: alguns se sentem motivados para atingir metas quando sabem que há prêmios ou dinheiro envolvidos, mas nem todos reagem dessa maneira.

Recentemente, vi um artigo sobre o livro novo de Dan Pink , com título em inglês “Drive”, no qual o autor menciona as motivações externas que podem acentuar ou reduzir as habilidades de encontrar uma solução mais criativa para seus problemas. No entanto, de acordo com o autor, fontes internas de motivação podem fazer com que as pessoas desenvolvam ao máximo seu potencial. Dessa forma, Dan Pink destrói a crença de muitas empresas de que as pessoas só ficam motivadas por remunerações financeiras. A busca pela satisfação pessoal é muito importante e serve de ajuda para que o profissional aperfeiçoe seu desempenho.

O modelo proposto por Dan Pink em seu livro é verídico. O autor apresenta um modelo de motivação que contém três elementos impulsores próprios das pessoas.


  • Autonomia – envolve o desejo que temos de controlar não só o próprio trabalho, mas a maneira como usamos nosso tempo e também como controlamos a equipe. Notamos, no caso de Luiz Henrique, que ele estava em busca de autonomia para controlar o desenvolvimento de sua carreira.
  •  Maestria – envolve o desejo que cada um tem de melhorar o que é importante para si. Nos comentários de Luiz Henrique, notamos que o fator que o levou a mudar de emprego foi o desejo de melhorar sua qualidade de vida.
  •  Propósito – envolve a vontade de participar de algo maior. No caso de Luiz Henrique, seu propósito era melhorar a qualidade de vida e poder participar em projetos significativos.

É muito importante não permitirmos que a figurativa ferrugem profissional se alastre em nossa vida, levando à deterioração da nossa motivação. O entusiasmo pode ser um dos melhores antídotos para combater a ferrugem. Funcionou comigo e tenho certeza de que, se experimentar, você também será bem-sucedido.

Se você também está em busca de um crescimento profissional e quer estar preparado para as novas oportunidades, eu te aconselho a agir enquanto o mercado está se aquecendo. O primeiro passo para ter habilidades de liderança, é aprender o que é necessário para inspirar, valorizar e liderar pessoas de diferentes gerações. E nisso eu posso e quero te ajudar!

O curso de liderança OFFSHORE que ministro há mais de dez anos, agora também terá em formato online, você poderá fazer o curso de sua casa, enquanto viaja, ou no momento que for mais conveniente. Não precisará ficar longe de sua família e perder seus preciosos dias de folga.

Se desejar ser avisado assim que as inscrições forem abertas, basta deixar seu endereço de e-mail no link abaixo.
 
ao Inner Smart 13 nov, 2017
Quando criança, eu morava num sítio no município de Ouro Fino, Minas Gerais. Quando minha família e eu mudamos para lá, fiquei muito animada com uma árvore que tinha ao lado da casa. Ela cresceu rapidamente e depois estagnou (pelo menos era o que eu pensava). Quando comentei com meu pai que a árvore não crescia mais, ele me disse que ela crescia sim, mas embaixo da terra, fortalecendo suas raízes. E com o passar do tempo essas raízes começaram a ficar com partes visíveis; muitas vezes eu e meus irmãos até tropeçávamos nelas.
 
Na nossa trajetória profissional dentro de uma equipe podemos sofrer um processo similar. No início temos um crescimento bem acelerado e visível a todos ao redor, mas, ao alcançarmos uma posição, passamos a nos estabilizar. Neste momento tiramos tempo para aprofundar nossas raízes, melhorando nossa maneira de lidar com as pessoas, gerir conflitos e nos relacionar com nossos líderes. Nesta fase de crescimento precisamos dar mais atenção ao nosso comportamento, a fim de fortalezar nossas raízes de modo correto.
 
Muitos profissionais comentam comigo que notaram, durante o curso, pontos na sua personalidade que precisavam de atenção. Alguns, com sua maneira mais racional de agir e reagir, viram que precisavam levar em conta o impacto que suas ações tem nas pessoas à sua volta. Muitos deles realmente fizeram esforços e conseguiram melhorar até no relacionamento com a família.
 
Uma ferramenta que utilizo para ajudá-los no autoconhecimento é o MBTI (Myers-Briggs Type Indicator). No entanto, a humildade os ajuda a analisar friamente a maneira como agem e reagem frente às situações. Muitos percebem que sempre apontam os culpados nas situações estressantes ou em um problema, mas aprendem a focar as suas energias em solucionar o problema e analisar a sua parcela de culpa na situação. Infelizmente, muitos profissionais, devido à rotina diária muito dinâmica, acabam agindo de modo automático ao lidar com as pessoas. Além disso, os hábitos ruins e exemplos negativos de antigos chefes acabam contaminando e se enraizando na maneira como atuam.
 
Sem dúvida, reconhecer esses fatores que podem prejudicar a maneira como atuam no dia a dia é o primeiro passo. Depois, é preciso iniciativa e vontade de querer mudar não só o comportamento, mas a maneira de pensar. Humildade é essencial para reconhecer que precisa mudar e buscar orientação, quer seja em cursos, livros e com colegas de trabalho. As gerações mais novas têm muito a nos ensinar em questão de buscar feedback. É preciso “dar o braço a torcer” em muitos momentos, para que a equipe seja beneficiada e a convivência fique positiva.
 
O amadurecimento e desenvolvimento é vital para um líder de equipe, mas também é necessário prestar detida atenção ao nosso comportamento no decorrer dos anos.
 
Se você também está em busca de um crescimento profissional e quer estar preparado para as novas oportunidades, eu te aconselho a agir enquanto o mercado está se aquecendo. O primeiro passo para ter habilidades de liderança, é aprender o que é necessário para inspirar, valorizar e liderar pessoas de diferentes gerações. E nisso eu posso e quero te ajudar!

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ao Inner Smart 20 out, 2017

 Ao desembarcar no aeroporto de nova York algo me chamou a atenção. A maioria dos quiosques para café, chá e afins estavam com boa parte do atendimento ao cliente automatizado.  O pedido que antes era anotado por um garçom ou feito direto no balcão, passou a ser feito pelo cliente em um tablete que fica na mesa, e é transmitido direto para a cozinha. Não estou falando de uma ou duas mesas, mas de mais de trinta. E em outro local o atendente anota seu pedido e você efetua o pagamento direto em uma caixa eletrônico, com opção de pagamento em dinheiro ou cartão, e a máquina lhe dá o troco exato. Situação similar, observamos nas estações de metrô e nos terminais de ônibus.

  Com o serviço de atendimento ao cliente automatizado, o setor espera reduzir custo com mão de obra, diminuir reclamações e erros, e certamente aumentar os lucros.

  Essa situação não acontece só no setor de atendimento, são muitas as profissões que podem ser automatizadas. Só nos estados unidos 5% das 820 profissões existentes podem passar por isso, de acordo com uma pesquisa realizada pela consultoria americana Mackinsey.

  Para vocês terem uma ideia mais clara do assunto, a consultoria Mackinsey identificou os setores onde esse processo pode acontecer. Por exemplo, no setor de hotelaria e serviços de alimentação cerca de 70% das vagas de existir e serem trabalho pode ser automatizada, já na indústria 60%%, agricultura 57%%, construção 47%, administração 39% e por fim no setor de educação 27% das vagas podem deixar de automatizadas.

        O que fazer se sua profissão corre o risco de ser automatizada? Podemos aprender sobre isso com o filme Estrelas além do tempo, que estreou no Brasil em 2016, ele foi baseado no livro Hidden Figures , mostra a história de três mulheres negras na década de 60 que trabalhavam no centro específico de matemática da NASA . O filme mostra  a quebra de barreiras contra o preconceito racial  e contra as mulheres . Mas, algo que gostaria de destacar e que é bem oportuno nesse assunto. A personagem Dorothy Vaughan , trabalhava como supervisora informal dos “ computadores negros ” e aguardava ansiosamente por uma promoção para ser supervisora, mas isso não acontecia. E ainda por cima ela descobre que a situação iria piorar, certo dia ao levar relatórios para sua chefe, descobriu que um computador seria colocado em uso, e realizara inúmeros cálculos em fração de segundos, substituindo ela e toda sua equipe. Os engenheiros da IBM tentavam colocar o equipamento para funcionar, mas enfrentam problemas para máquina e vão embora. Nessa situação Dorothy viu uma oportunidade, começou a estudar o manual do equipamento, e ajudou sua equipe a entender que para enfrentar as mudanças que viriam era preciso estudar. E foi o que  Dorothy e sua equipe fizeram. Dias depois os engenheiros da IBM descobriram que  Dorothy sabia usar o computador, claro que não imaginavam os esforços que ela havia feito.

 Dorothy poderia sentar e reclamar da possibilidade de perderem o emprego, mas no meio da dificuldade viu uma oportunidade. Eu também tive que fazer mudanças para acompanhar o progresso da minha profissão.  Dediquei tempo para aprender a fazer vídeo aulas para montar meus cursos no formato online. Para ser sincera com você, estou gostando dos desafios. Novos ventos trazem novas oportunidades de desenvolvimento e podem nos ajudar a sair da zona de conforto. Não podemos impedir o progresso, mas podemos nos preparar para quando ele nos afetar.

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ao Inner Smart 17 ago, 2017

Li em uma revista que um piloto de avião, antes de decolar, tem uma lista de verificação com mais de trinta itens para checar. Cada um deles deve ser verificado cuidadosamente antes de cada decolagem. No entanto, o interessante é que são dos profissionais mais experientes que são os mais exigidos nesta verificação. O piloto veterano pode facilmente se acomodar e não cumprir todos os itens detalhados antes de cada voo. Quanto mais experiência temos em um assunto, maior o risc o de nos acomodarmos e considerarmos a situação corriqueira, com a qual sabemos muito bem como lidar. Infelizmente, muitos chefes desconsideram algumas coisas importantes quando o assunto são pessoas.

Passam por alto os itens de uma pequena lista de verificação. Há três termos que costumo repetir incansavelmente em meus cursos, seminários e palestras: Respeito, bom humor e compartilhar. E como são necessários hoje em dia.

Respeito é bom em qualquer lugar, bom humor nem se fala, sem ele fica difícil enfrentar os problemas e adversidades. E compartilhar é tão natural nas redes sociais, precisamos fazer o mesmo no dia a dia, compartilhar conhecimento e coisas boas.


E vocês o que acham necessário colocarmos na nossa lista de verificação?

ao Inner Smart 17 ago, 2017

Muitos profissionais acham que não é impossível aprender a liderar no ambiente offshore, porque ouviram os verdadeiros lideres nascem prontos, vem a esse mundo com um dom único, os famosos lideres natos. Muitas pessoas têm características pessoais que facilitam o desenvolvimento de habilidades de liderança. Mas pensar que por não ter as supostas características necessárias para liderar é impossível tornar-se um líder é uma crença limitante e precisamos elimina-la da nossa vida. Eu conheci pessoas que com disciplina, foco e determinação desenvolveram habilidades para liderar e tornaram-se verdadeiros líderes. Dedicaram tempo para aprender algumas técnicas de liderança que os ajudaram muito. Quando estou fazendo algum curso ou palestras pelas empresas, ouço comentários positivos sobre alguns deles, a maioria feita por seus gerentes que mencionam que nunca imaginavam que tal pessoa seria capaz de liderar uma equipe tão comprometida. Quando ouço isso sempre sobre a mudança no comportamento deles, lembro-me da seguinte frase que coloquei no meu livro Liderança Offshore:

  A nosso ver, liderança não é genética nem um dom misterioso concedido a uns poucos. Não é apenas uma coisa, mas um conjunto abrangente de características pessoais, habilidades e comportamentos que podem ser aprendidos (alguns prestam-se mais ao aprendizado do que outros) por quem assim o desejar. *

Para ser bem sucedido em liderar uma equipe no setor Offshore, não basta apenas ter conhecimento técnico, é preciso saber lidar com pessoas, que, diferentemente de máquinas, têm sentimentos. O ambiente offshore requer muito mais de um líder, não basta apenas distribuir tarefas e cobrar resultados. Estão abolindo o perfil do chefe durão que não sabe trabalhar em equipe e busca elogios apenas para si mesmo. Para liderar não basta apenas ter conhecimento técnico, é preciso saber lidar com pessoas, que, diferentemente de máquinas, têm sentimentos.

Muitos profissionais, até os mais experientes, têm tido dificuldade de conseguir praticar essas teorias. Alguns ainda pensam que precisam liderar com mãos de ferro. Estão muito enganados: os chefes arrogantes estão dando lugar a profissionais emocionalmente inteligentes e controlados. Por quê? Porque o ambiente Offshore precisa de profissionais que saibam a importância de se manterem calmos diante de situações estressantes e tensas, para que possam solucionar os problemas e não causar mais.

Há mais de uma década venho ministrando cursos de liderança para profissionais que trabalham embarcados. Noto que eles são verdadeiros guerreiros, enfrentam muitos desafios que vão desde saudade de casa até mesmo condições difíceis e pressão por resultados imediatos.

Tive o prazer de acompanhar o desenvolvimento profissional de centenas deles, a maioria foram bem-sucedidos em desenvolver habilidades de liderança, mas também vi outros profissionais que não souberam se portar diante dos obstáculos impostos pelo trabalho embarcado, mas que, por fim, terminaram por aprender a importância suprema da presteza: liderar pessoas e não apenas gerenciá-las.

Hoje o líder precisa saber motivar as pessoas a sua volta para que elas desejem realizar as tarefas que ele precisa que façam. Este líder não pensa pelas pessoas, mas ele as ajuda a pensar e a ter impulso e desejo de mudar, fazer o melhor. Acredita em si e em sua causa, não deseja ter apenas seguidores leais, mas busca arduamente desenvolver cada pessoa de sua equipe para que estejam aptos a assumirem a liderança quando for necessário. Um líder formador de novos líderes é necessário em qualquer ambiente, principalmente no setor OFFSHORE.

Pare de apresentar desculpas e comece a melhorar o seu modo de lidar com as pessoas, uma dica que sempre dou é leia mais. Sim leia. Ai você me diz __eu não gosto de ler. Mude sua maneira de ver os livros. Comece por um livro que tenha uma linguagem simples e que o assunto te agrada. Puxando um pouco a sardinha para meu lado, se desejar pode começar lendo os meus livros, sinta-se a vontade. Alguns capítulos deles estão disponíveis no Google livros. O meu segundo livro intitulado Liderança Offshore  vai lhe ajudar utilizar as principais ferramentas de liderança e lhe mostrar como liderar pessoas de diferentes gerações, personalidades, crenças e valores. Além de ensinar-lhe a gerir conflitos utilizando técnicas de negociação.

Tenha em mente que o sucesso em liderar é possível, mas ficar sentado reclamando não vai lhe ajudar. É PRECISO fazer uma autoanalise e ver onde precisa melhorar. Muitas vezes o problema não esta na equipe, mas em sua maneira de agir. As empresas precisam de líderes que demonstram respeito para com seus liderados, que sabem compartilhar conhecimento e experiência, que trabalham muito bem em equipe, que sejam humildes em reconhecer seus erros e também o bom trabalho de outros e principalmente que evoluem sempre. O tempo não para e não vai parar, então vamos lá correr atrás do nosso sucesso total e fechar essa fase da vida com chave de ouro.

(*1 BALDWIN, Timonthy T; BOMMER, William H.; RUBIN, Robert S. Desenvolvimento de habilidades gerenciais. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008, p. 197.

ao Inner Smart 17 ago, 2017

São milhões de profissionais desempregados e sofrendo para arrumar qualquer tipo de trabalho para sustentar a família ou se sustentar. Diariamente muitas pessoas me mandam mensagem pelas minhas redes sociais pedindo indicação de vagas ou pedindo orientação. A maioria não estava preparada para enfrentar o desemprego, não imaginavam nem em sonho que fariam parte da triste estatística de desempregados. Uma dessas pessoas comentou comigo que trabalhava como gerente e estava se candidatando a vaga de assistente e não foi aprovada porque não era fluente em inglês. Ao ouvir isso, prontamente sugeri a ela que aproveitasse o tempo extra e fizesse um curso online, inclusive mencionei que tem muitos cursos grátis que poderiam ajudá-la. Não devemos desperdiçar o tempo extra que nós temos remoendo coisas negativas. É possível fazer vários cursos online grátis que vão nos ajudar a desenvolver novas competências. Podemos estudar novas técnicas para realizar melhor nossas atividades e também para se adaptar as novas demandas do mercado. Podemos melhorar nosso modo de reagir ou receber um feedback. Também podemos desenvolver competências pessoais necessárias para trabalhar bem em equipe e lidar melhor com conflitos. Aprender um novo idioma. Ler um bom livro.

Assista ao video clicando no link abaixo.


ao Inner Smart 16 ago, 2017
   São milhões de profissionais desempregados e sofrendo para arrumar qualquer tipo de trabalho para sustentar a família ou se sustentar.  Diariamente muitas pessoas me mandam mensagem pelas minhas redes sociais pedindo indicação de vagas ou pedindo orientação. A maioria não estava preparada para enfrentar o  desemprego, não imaginavam nem em sonho que fariam parte da triste estatística de desempregados. Uma dessas pessoas comentou comigo que trabalhava como gerente e estava se candidatando a vaga de assistente e não foi aprovada  porque não era  fluente em inglês. Ao ouvir isso, prontamente sugeri  a ela que  aproveitasse o tempo extra e fizesse um  curso online,  inclusive mencionei que tem muitos cursos  grátis que poderiam ajudá-la.  Foi então que ela fez a pergunta tema desse artigo.
 
                   Nessa hora lembrei-me de uma pesquisa que fiz sobre o exército Romano. Recentemente eu visitei um museu onde vi muita coisa do império Romano e alguns objetos do exército, tudo aquilo  me chamou muito minha atenção. Por isso, fiz  uma pesquisa mais detalhada sobre eles. Roma viveu sua época de glória durante o primeiro século. O poder das legiões Romanas dava a cidade o controle de grande parte do mundo então conhecido. Certo historiador descreveu o exército Romano como sendo a mais bem sucedida organização militar da história.
 
                   O que os diferenciava dos demais? Treinamentos rigorosos constantes, eles não paravam nunca nem mesmo em épocas de muita paz. Como foi o caso do período de paz conhecido com a Pax-Romana, que durou dois séculos, apenas pequenas tentativas de rebelião aconteciam. Mas, mesmo nesse período os soldados não afrouxavam seu treinamento.  Aproveitavam o período de tranquilidade para aprenderem a usar novas ferramentas  e para se adaptarem as vestimentas de guerra, que não eram tão simples como as atuais.
 
               Atualmente vivemos num momento muito turbulento no mercado de trabalho, muitos desempregados.  Não devemos desperdiçar o tempo extra que nós temos remoendo coisas negativas.  Com internet é possível fazer  vários cursos online totalmente grátis que  podem lhe ajudar a desenvolver competências que serão determinantes para a sua volta ao mercado de trabalho.
 
               Alguns especialistas afirmam que 80% dos assuntos que remoemos em nossa mente são negativos, ou seja, a nossa tendência é pensarmos a maior parte do tempo de forma negativa. E isso reflete em nossas atitudes diárias. Mas se nos esforçarmos em controlar nossos pensamentos, nossas ações e palavras refletirão isso. A decisão de manter nossa mente alimentada com coisas negativas ou positivas é inteiramente nossa. Culpar outros por nossos problemas pode até aliviar momentaneamente nossa dor, mas também nos aprisiona. Nós temos o poder de abandonar a condição de vítima e mover nossa vida para frente, libertar-nos da condição de vítima e usufruir nossa vida do melhor modo possível.
 
             Sim mesmo desempregado e com o país em crise é preciso manter o foco e buscar desenvolvimento contínuo. Estudar novas técnicas para realizar melhor nossas atividades e também para se adaptar as novas demandas do mercado. Podemos melhorar nosso modo de agir e reagir ao dar ou  receber um feedback. Também podemos  desenvolver competências pessoais necessárias para trabalhar bem em equipe e lidar melhor com conflitos. Aprender um novo idioma. Ler um bom livro.
 
São tantas coisas boas que podemos fazer durante essa fase.
 
Nós podemos e merecemos isso. Vamos Rumo ao sucesso total, fechar essa fase com chave de ouro.
 
Marcinéia Oliveira
Escritora e Consultora para desenvolvimento humano nas organizações.
Autora dos livros: Não atenda clientes. Atenda Pessoas - Arte de atender valorizando o ser humano(editora Brasport)
Liderança Offshore -  Inspire, valorize e lidere pessoas. (Editora Brasport)
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